Prof. Nelson Ludovico, Post-doctor

Desde os primórdios, o comércio sempre foi um dos motores para o crescimento e desenvolvimento da economia mundial.
Num cenário contemporâneo, onde a recuperação de um novo ciclo ainda não está assegurada não só pelos efeitos da Covid-19 que se propagou em Pandemia, mas também pela queda das economias dos países desenvolvidos, tornando um cenário internacional instável para todos.
As incertezas na Europa após a saída do Reino Unido da União Europeia, a Guerra Rússia/Ucrânia e agora com o conflito EUA/Israel com o Irã, já estão contribuindo para um crescimento menor, além dos novos fatores provocados pela guerra protecionista tarifária, a pergunta se faz é: “até quando os países em desenvolvimento terão forças para suportar os altos e baixos que semanalmente se conhece”? O que se observa e que a globalização está cada dia mais presente na vida das pessoas e na economia dos países, do que se imagina.
Há uma nova realidade em negócios com o exterior, seja para empresas exportadoras ou importadoras, cuja assimilação altera substancialmente o fluxo de bens, serviços, investimentos, pessoas e principalmente culturas, pois o volume global por meio de trocas, a facilidade de comunicação e viagens, além dos grandes avanços na tecnologia da informação, contribuem e auxiliam não só as grandes empresas, mas também as pequenas e médias que precisam de preparo organizacional adequado para competirem no mercado externo e porque não dizer também no interno?
Cada vez mais as empresas tomam consciência de seu papel como bons cidadãos corporativos que trazem ao país resultados financeiros e crescimento econômico, além dos próprios benefícios pelos investimentos realizados em produções, tecnologia e inovação.
Mas não são apenas as empresas que investem; os estudantes que iniciam ou estão em carreiras acadêmicas, que necessitam aprimorar e potencializar seus conhecimentos sobre as mudanças do cenário de negócios internacionais, fazem parte do processo desse cenário mais atual.
As necessidades crescentes dos países em desenvolvimento são de aumentar suas exportações e otimizar suas importações para proporcionar saldos favoráveis nas balanças comerciais que lhes proporcionem melhores condições de desenvolvimento. Se, de um lado, para alcançar esses objetivos, há evidente imposição de modernização, de outro, a preponderância de pequenas e médias empresas exige preparação e formulações nem sempre fáceis de serem implementadas e executadas.
É notório, no entanto, que, apesar das dificuldades, as transformações devem ser realizadas rapidamente, pois não se conseguirá jamais boas posições no comércio exterior sem escala de operações. Para isto, torna-se necessário pensar, de imediato, na maior dimensão dos negócios das empresas. O comércio exterior tem um papel muito mais importante do que se imagina, pois, para a abertura de novos mercados, devem-se realizar esforços técnicos, financeiros e humanos.
Os objetivos de modernização e inserção nos mercados externos não poderão ser atingidos sem uma convergente e determinante ação do Estado e dos meios empresariais, tanto na indústria, pecuárias, agronegócios, extração, comércio, além, obviamente, da participação das instituições de ensino.
Seja qual for a área mundial que estejamos considerando, continuará sendo necessária a atuação das pequenas e médias empresas no comércio exterior. Isto realmente acontece, seja em nosso país como nos países de grande desenvolvimento.
Por essas razões, devemos estar sempre atentos ao comércio exterior não somente em momentos de dificuldades do mercado interno, mas também pelas estratégias que devem ser revistas a todo momento.
E para responder à pergunta do título:
- Ruptura trás dor, em razão de crises econômicas, guerras comerciais, inflação, instabilidade política
- Disruptura abre oportunidades de reinvenção
O cenário atual exige que empresas estejam atentos à:
- resiliência das cadeias de suprimentos
- diversificação de mercados
- planejamento estratégico de médio e longo prazo.
“Quem entender a disruptura por trás da ruptura, estará pronto para liderar negócios internacionais das empresas, com carreira sustentável”!
E neste sentido, a PREMIER CURSOS se prepara cada vez mais para contribuir com o desenvolvimento das empresas, dos profissionais em geral, dos egressos de cursos universitários assim como os que desejam conhecer o “mundo do comércio exterior.
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